
segunda-feira, março 12, 2007
Explorando o Photoshop!
Segue abaixo e talvez acima... explorando ferramentas photoshop! Brincar as vezes é preciso! rs
sábado, março 03, 2007
Intelectualóides!
Sim... esconder-se atrás de jogos de orgulhos... é o que mais fazemos!!!
Postados como deuses mofados cada um em seu trono (um vaso sanitário é mais digno) e neste jogo de cena terminamos estupidamente sós cagando excrementos mentais pomposos que afastam...afastam...afastam... Intelectualóides doentios é o que mais tem, postando por todos os lados... porém pode-se ouvir gritos de socorro por trás de frases bem sutis e coordenadas... mas de tão longe que estão em suas ilhas... ninguém mais se toca... afff!!!
Filosofia?
A filosofia é religião dos insatisfeitos,
ainda que seja roída até os ossos...
vasculhada em todos os recintos,
medida em todos os vácuos,
absorvido todo seu sangue,
na vida e na morte não se detém...
toda tendência é vã, fraca e frígida...
seus ossos ainda que liqüefeitos não satisfazem...
é religião maldita para o peregrino de sua própria morte!
ainda que seja roída até os ossos...
vasculhada em todos os recintos,
medida em todos os vácuos,
absorvido todo seu sangue,
na vida e na morte não se detém...
toda tendência é vã, fraca e frígida...
seus ossos ainda que liqüefeitos não satisfazem...
é religião maldita para o peregrino de sua própria morte!
quinta-feira, fevereiro 22, 2007
Ameno
[b] Ameno
Grupo Era (Ao lado vai a tradução)!
Dori me ....................................Sinta minha dor
Interi mo, Adapare.................Absorve-me, toma-me
Dori me.....................................Sinta minha dor
Ameno, Ameno........................Liberta-me, Liberta-me
Lantire, Lantire mo................Descubra-me, descubra meus sinais
Dori me.....................................Sinta minha dor
Ameno, Omenare, Imperavi..Suaviza (esta dor), conforta-me
Ameno, Dimere, Dimere.........Suaviza, perceba, perceba
Mantiro, Mantire mo..............Mutilaram-me, machucaram-me
Ameno
Omenare, imperavi emulari..Suavisa
Ameno
Omenare, imperavi, emulari
Ameno, ameno dore
Ameno dori me
Ameno dori me
Ameno Dom
Dori me, Reo
Ameno dori me
Ameno dori me
Dori me, Dom
Grupo Era (Ao lado vai a tradução)!
Dori me ....................................Sinta minha dor
Interi mo, Adapare.................Absorve-me, toma-me
Dori me.....................................Sinta minha dor
Ameno, Ameno........................Liberta-me, Liberta-me
Lantire, Lantire mo................Descubra-me, descubra meus sinais
Dori me.....................................Sinta minha dor
Ameno, Omenare, Imperavi..Suaviza (esta dor), conforta-me
Ameno, Dimere, Dimere.........Suaviza, perceba, perceba
Mantiro, Mantire mo..............Mutilaram-me, machucaram-me
Ameno
Omenare, imperavi emulari..Suavisa
Ameno
Omenare, imperavi, emulari
Ameno, ameno dore
Ameno dori me
Ameno dori me
Ameno Dom
Dori me, Reo
Ameno dori me
Ameno dori me
Dori me, Dom
quarta-feira, janeiro 17, 2007
Mosa de novo!
...essa história do gato me fez lembrar de quando me mudei do centro prá minha casa própria em 97...veio a mudança toda mas a minha gata Mosa não tinha como trazer no caminhão. Super arisca, tinha que ser trazida anestesiada, numa gaiola, ou...sobrô prô meu grande amigo Koch, que trouxe ele no fusqueta que eu tinha na época! Meu amigo tinha um cabelão comprido e usava um rabicó, sempre bem alinhado, e lá foi ele buscar minha gata....hahahaha... Dalí há uns 20 minutos aparece ele na porta da frente segurando a gata com os braços bemmmm esticados prá frente...hahaha...e ele com os cabelos em pé, parecia ter levado um choque! Diz ele, que fechou os vidros e veio vindo tranquilamente, enquanto tinha asfalto...depois que terminou o asfalto e o fusqueta começou a trepidar, a gata se assustou e pulou na cabeça dele, tapando a visão dele......hahaha! ...a bichana se grudou de tal maneira nos cabelos dele que ele teve que vir com a gata na cabeça até alí....rsrs, por isso o motivo do cabelo desalinhado...rsrsrs...o que os amigos não fazem pela gente...
Mosa
domingo, janeiro 14, 2007
quinta-feira, janeiro 11, 2007
Arquivos...

Sentindo impressões de arquivo...
folheio meus pensamentos...
arquivos abrem lado a lado...
um dentro de outros...
uns dentro do outro...
ramificações de exclusão e associação!!!
Abrem-se anéis e formam retas infinitas...
retas infinitas se mesclam formando anéis...
Percebo com tédio que tudo se repete...
observo consolada que isto eu controlo...
já conheço o jogo da vida...
"nada de novo há debaixo do sol..."
terça-feira, janeiro 09, 2007
Inconstante...
Inconstante queda vivida...
feito luz opaca, suicida...
Sensação qualquer, talvez amor...
sem querer ser, nada mais...
Ferida aberta,
enjaulada...
Estranha angústia,
encruzilhada,
vago brilho,
luz dourada...
Uma lágrima,
quase nada...
(28/05/82)
feito luz opaca, suicida...
Sensação qualquer, talvez amor...
sem querer ser, nada mais...
Ferida aberta,
enjaulada...
Estranha angústia,
encruzilhada,
vago brilho,
luz dourada...
Uma lágrima,
quase nada...
(28/05/82)
terça-feira, janeiro 02, 2007
Mãe Natura!
Não posso merecer teu perdão pois não faço nada por ti... nem saberia!Não tenho poder... minhas mãos estão vazias!
Se pudesse sacudiria o mundo... mas você já está fazendo isso!
Sou feita de suas leis e os que destróem também,
porém a mim não basta amar,
nem te querer completando os desertos do mundo e do coração...
Não faço nada... meu pensamento não basta...
É frustrante...só isso! As vezes quando penso...
Agonizo contigo, com tuas flores, com teus rios, com teus peixes, com tuas matas...
Mas isso nada significa... não tenho poder... apesar de sentir tuas dores!
E como uma sombra parece que chega o dia... o dia daquela noite!
Morrerei como culpada... e de certo sou... sem saber bem como... talvez por existir!
Uma revolta imensa se esgueira tomando forma nos horizontes... mas adormecidos que estamos... mal percebemos que somos como rãs cozinhando vivas numa panela....rsrs
Pedir perdão?!!! Você se sacode inteira!!... te encomodamos nos lombos...
como moscas encomodando suas feridas! Minha alma pertence à mesma lei que te criou...
mas agora isso parece que não importa mais... e o sol triste no horizonte
chora no espelho das águas poluídas, e a vida da vida definha em grandes suspiros de adeus!
Existe uma agonia no ar, na água e no chão, e a teimosa esperança no coração de um dia
ver em nossos filhos crescer a certeza de não ser o fim...
sábado, dezembro 30, 2006
Espectro da morte
Como explicar o espectro da morte...Somos seres que tendo consciência de morte,
matamos para fazer justiça...
o rosto do ditador tombado...
o antes vivo, o depois morto...
o que me apavora é o meio...
a transição...o limite do corpo!!!
O que me estarrece é a coragem tétrica
daquele que mata por justiça,
tanto quanto daquele que assassina
demonstrando sua covardia inata...
demonstra o que realmente é...
Penso...e ainda não sei discernir qual
deles é o pior...
De qualquer maneira hoje é mais um dia
de luto... por que a justiça se vendeu
aos caprichos do mal e ainda usa as mesmas
ferramentas para se impor...
É mais um dia de luto, por que mais um
ditador será transformado num herói...
pois jaz com mais dignidade do que a
justiça que sobreviveu...
quinta-feira, dezembro 28, 2006
Humus...
Faz tempo...

Ao fundo uma música antiga como meu passado...
Verde...cigarras extridentes...
Folhas douradas... e o azul...
Verão entra pela janela do quarto e da alma!
Lembranças e sensações adormecem e despertam,
como numa dança...
O locutor fala um nome antigo, como meu passado!
Mas o presente é tão criança...acaba de nascer!
Os bichinhos do verão furam as folhas, formando
desenhos...bordando...
Formigas nos galhos da Três Marias, como utilizando
avenidas...
Porque será que não sei escrever sem reticências?
Amo reticências... continuam o pensamento...
quarta-feira, dezembro 27, 2006
Porque tem que ter título??!!...que coisa chata!!

Sei lá que dia é hoje...
Bom... os contadores automáticos sabem disso...
Acordei pouco antes do meio dia...
Ando dormindo um pouco demais, também...
as vezes acontecem coisas boas que nos relaxam...
Mente, corpo, coração... aí é só dormir e recordar,
tipo viver num casulo de sonhos...
Fico pensando que a realidade não passa de um casulo...
uma bolha que eu formei...posso formá-la, criá-la
e deletá-la...
recriar apenas sistemas que representem o melhor...
Ih!! Mas isso é muito prá pensar agora...
Quero apenas pensar que por ora estou feliz...
Até parece que tudo faz sentido...
domingo, outubro 22, 2006
Chove lá fora!
Chove lá fora!
E o resto é silêncio...
É rolar de gotas, é canção de ninar,
É telha molhada, é lágrima desfeita.
Chove lá fora, e o resto é silêncio...
É sinfonia perdida, é canto aconchego,
é música suave, é ninho escondido.
Chove lá fora, e o resto é silêncio...
É som, embriaguez, diálogo de grego,
é música de fundo, é carícia distante,
é a minha saudade...
Chove lá fora...
E o resto é silêncio...
E o resto é silêncio...
É rolar de gotas, é canção de ninar,
É telha molhada, é lágrima desfeita.
Chove lá fora, e o resto é silêncio...
É sinfonia perdida, é canto aconchego,
é música suave, é ninho escondido.
Chove lá fora, e o resto é silêncio...
É som, embriaguez, diálogo de grego,
é música de fundo, é carícia distante,
é a minha saudade...
Chove lá fora...
E o resto é silêncio...
terça-feira, agosto 15, 2006
Desejo!
Desejo é tudo...
sem desejo não existiríamos...
é fogo que alimenta a vida...
arde sem cessar...as vezes edifica...
as vezes mata...
as vezes vivifica...
mas sempre é incombatível...
porque sutil...
apenas muda a máscara...
sem desejo não existiríamos...
é fogo que alimenta a vida...
arde sem cessar...as vezes edifica...
as vezes mata...
as vezes vivifica...
mas sempre é incombatível...
porque sutil...
apenas muda a máscara...
terça-feira, agosto 01, 2006
Diogo
Diogo tinha os olhos do sofrimento. Um silencioso desespero gritava no seu semblante. Ele tinha os olhos da dor. Quatorze anos roubados em si mesmo. A carência do seu sorriso, de suas maneiras, de seus gestos, de suas palavras, ainda me doem no coração. Sentado na proa daquela embarcação, parecia querer por uns momentos ter o domínio de sua existência que não entendia. Era como se ali pudesse resgatar sua significância e gritar ao mundo que estava vivo, e existia, a despeito da marginalidade que o mundo, a sociedade, eu, você e todos nós o haviam condenado. Naquele momento seu sorriso era de vitória tristonha e silenciosa. Saboreava o vento azul no seu rostinho sujo da poeira da solidão. Quando eu lhe disse que também gostava de sentar naquele lugar, ele imediatamente quiz cedê-lo.
_Não, não! Pode ficar! Eu estou bem, aqui. Não se preocupe, Diogo!
Eu estava de óculos escuros. Ainda bem, pois não queria que ninguém visse meu pranto contido. Quisera eu que meu pranto resolvesse alguma coisa. Imaginava quantos Diogos já passaram por este planeta rude, de tantas diferenças sociais...”No entanto o Senhor atenta para os humildes.” É uma promessa que jamais quero esquecer. Prefiro pensar assim quando vejo as injustiças deste mundo.
_O dono do barco o conhecia da cidade e certamente o deixava passear de vez em quando, concluí em silêncio.
Logo começamos a conversar sobre sua vida ... que vida??!! Desde o momento em que se sentou no banco ao lado do carro, a beira da lagoa a espera da saída do passeio eu o observava... Perguntei-lhe sobre sua família. Ele me disse que sua mãe iria ganhar na tele sena, pois jogava toda semana. Disse-me que estavam de mudança para uma outra cidade e que iria levar sua caixa de engraxar sapatos. Sua mãe lhe disse que naquela tarde precisava conseguir mais seis reais para comprar o gás para casa e que só havia conseguido um real. Sabia que não iria mais vê-lo, mas precisava lhe entregar palavras... era só o que eu tinha...Disse-lhe que a despeito de tudo, do mundo, da vida, das pessoas... que ele não desistisse, aproveitasse as oportunidades que a vida lhe desse para se sentir melhor consigo... Perguntei-lhe se acreditava que não desistindo poderia ser alguém (como se naquele momento não fosse...) Ele disse:_Acredito! Lhe entreguei dez reais para inteirar o gás e ele me disse: _ Deus te dê em dobro... Depois daquele dia nunca mais o ví... Diogo, onde você estiver... continuo torcendo por você...
_Não, não! Pode ficar! Eu estou bem, aqui. Não se preocupe, Diogo!
Eu estava de óculos escuros. Ainda bem, pois não queria que ninguém visse meu pranto contido. Quisera eu que meu pranto resolvesse alguma coisa. Imaginava quantos Diogos já passaram por este planeta rude, de tantas diferenças sociais...”No entanto o Senhor atenta para os humildes.” É uma promessa que jamais quero esquecer. Prefiro pensar assim quando vejo as injustiças deste mundo.
_O dono do barco o conhecia da cidade e certamente o deixava passear de vez em quando, concluí em silêncio.
Logo começamos a conversar sobre sua vida ... que vida??!! Desde o momento em que se sentou no banco ao lado do carro, a beira da lagoa a espera da saída do passeio eu o observava... Perguntei-lhe sobre sua família. Ele me disse que sua mãe iria ganhar na tele sena, pois jogava toda semana. Disse-me que estavam de mudança para uma outra cidade e que iria levar sua caixa de engraxar sapatos. Sua mãe lhe disse que naquela tarde precisava conseguir mais seis reais para comprar o gás para casa e que só havia conseguido um real. Sabia que não iria mais vê-lo, mas precisava lhe entregar palavras... era só o que eu tinha...Disse-lhe que a despeito de tudo, do mundo, da vida, das pessoas... que ele não desistisse, aproveitasse as oportunidades que a vida lhe desse para se sentir melhor consigo... Perguntei-lhe se acreditava que não desistindo poderia ser alguém (como se naquele momento não fosse...) Ele disse:_Acredito! Lhe entreguei dez reais para inteirar o gás e ele me disse: _ Deus te dê em dobro... Depois daquele dia nunca mais o ví... Diogo, onde você estiver... continuo torcendo por você...
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